X Congresso de Ecologia do Brasil
Seg, 14 de Fevereiro de 2011 10:16
A Sociedade de Ecologia do Brasil irá promover o X Congresso de Ecologia do Brasil entre os dias 16 e 22 de setembro de 2011, na cidade mineira de São Lourenço.
O evento contará com mini-cursos, concurso de fotografia, além de palestras e exposições.
30 de abril é a data-limite para submissão de trabalhos e para as inscrições com desconto.
Mais informações:
www.xceb.com.br/site/
quinta-feira, 24 de março de 2011
I Simpósio de Genética da UFG
I Simpósio de Genética da UFG
Seg, 21 de Março de 2011 10:33
De 18 a 20 de maio de 2011, irá acontecer na cidade de Catação (GO) o I Simpósio de Genética da UFG.
O tema do evento será "Os avanços na Era Genômica".
O envio de trabalhos poderá ser feito até o dia 23 de abril.
Mais informações:
www.catalao.ufg.br/sgu
Seg, 21 de Março de 2011 10:33
De 18 a 20 de maio de 2011, irá acontecer na cidade de Catação (GO) o I Simpósio de Genética da UFG.
O tema do evento será "Os avanços na Era Genômica".
O envio de trabalhos poderá ser feito até o dia 23 de abril.
Mais informações:
www.catalao.ufg.br/sgu
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Curso Perito Ambiental
Nos dias 25 e 26 de março estará acontecendo o curso de Perito ambiental.
Maiores informações pelos fones: 34219930/99744749 ou pleo site: www.globoverdeambiental.com.br
Maiores informações pelos fones: 34219930/99744749 ou pleo site: www.globoverdeambiental.com.br
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
terça-feira, 30 de novembro de 2010
International Workshop on Genomics of Health and Diseases
30/11/2010
De 12/3/2011 a 15/3/2011
Faltam 102 dias para o início do evento. Duração: 4 dias
Agência FAPESP – A Sociedade Brasileira de Genética realizará, entre os dias 12 e 15 de março, o International Workshop on Genomics of Health and Diseases, em Natal (RN).
O encontro objetiva estimular a troca de conhecimentos e resultados de pesquisas entre pesquisadores de diferentes regiões do Brasil e do exterior, visando promover a aplicação de abordagens multidisciplinares para problemas da saúde que possam contribuir para o diagnóstico, prognóstico e cura de doenças.
“Bioinformática”, “Genômica do câncer”, “Modelos biológicos para estudo de genômica”, “Genômica em doenças humanas” e “Genômica em neurobiologia” serão alguns dos tópicos discutidos no encontro.
Luiz Penalva (The University of Texas Health Science Center at San Antonio, Estados Unidos), Jernej Ule (University of Oxford, Reino Unido), Rainer Spang (Universität Regesburg, Alemanha), Mayana Zatz e Carlos Menck (Universidade de São Paulo) e Eduardo Moacyr Krieger, do Instituto do Coração (Incor), são alguns dos palestrantes convidados.
O prazo para a inscrição pela internet termina em 1º de março. O evento será realizado no Praia mar Hotel, em Natal.
Mais informações: www.sbg.org.br/Eventos/MeetingGenomics/index.htm
30/11/2010
De 12/3/2011 a 15/3/2011
Faltam 102 dias para o início do evento. Duração: 4 dias
Agência FAPESP – A Sociedade Brasileira de Genética realizará, entre os dias 12 e 15 de março, o International Workshop on Genomics of Health and Diseases, em Natal (RN).
O encontro objetiva estimular a troca de conhecimentos e resultados de pesquisas entre pesquisadores de diferentes regiões do Brasil e do exterior, visando promover a aplicação de abordagens multidisciplinares para problemas da saúde que possam contribuir para o diagnóstico, prognóstico e cura de doenças.
“Bioinformática”, “Genômica do câncer”, “Modelos biológicos para estudo de genômica”, “Genômica em doenças humanas” e “Genômica em neurobiologia” serão alguns dos tópicos discutidos no encontro.
Luiz Penalva (The University of Texas Health Science Center at San Antonio, Estados Unidos), Jernej Ule (University of Oxford, Reino Unido), Rainer Spang (Universität Regesburg, Alemanha), Mayana Zatz e Carlos Menck (Universidade de São Paulo) e Eduardo Moacyr Krieger, do Instituto do Coração (Incor), são alguns dos palestrantes convidados.
O prazo para a inscrição pela internet termina em 1º de março. O evento será realizado no Praia mar Hotel, em Natal.
Mais informações: www.sbg.org.br/Eventos/MeetingGenomics/index.htm
Evolução dos grandes mamíferos
Estudo na Science explica por que os mamíferos, que até então não passavam dos 15 quilos, cresceram e se diversificaram tanto após a extinção dos dinossauros (divulgação)
Agência FAPESP – Nos primeiros 140 milhões de anos de sua história evolutiva, os mamíferos eram pequenos, não ultrapassando os 15 quilos, e ocupavam poucos nichos ecológicos. Tudo mudou após a extinção dos dinossauros, há cerca de 65 milhões de anos, quando os mamíferos explodiram tanto em diversidade como em tamanho.
Um novo estudo, publicado na revista Science, ajuda a tentar entender esse notável salto evolutivo. Felisa Smith, da Universidade do Novo México, e colegas reuniram dados de fósseis que indicam os tamanhos de mamíferos terrestres pertencentes a cada ordem taxonômica, em cada continente e durante a sua história evolutiva.
A análise dos dados colhidos indica que o tamanho geral dos mamíferos aumentou rapidamente e depois se estabilizou, após cerca de 25 milhões de anos. Segundo os autores da pesquisa, esse padrão foi comum para a maioria dos continentes, embora não tenha sido conclusivo para a América do Sul.
Os pesquisadores também experimentaram diferentes hipóteses para a evolução até o tamanho corporal máximo. Segundo eles, aparentemente essa tendência não foi um resultado aleatório ou inevitável do aumento na complexidade das espécies.
Os mamíferos também não atingiram eventuais limites biomecânicos, aponta o estudo. Em vez disso, o principal motor do crescimento teria sido a diversificação para o preenchimento de nichos ecológicos deixados vagos pelos dinossauros.
Ou seja, sem os grandes répteis, entraram em cena os mamíferos gigantes, ocupando seu espaço. Para os autores da pesquisa, os limites dos corpos devem ter sido ditados pelas condições climáticas e pela área disponível para sua ocupação.
“Durante o Mezosoico, os mamíferos eram pequenos. Mas, uma vez extintos os dinossauros, os mamíferos evoluíram para se tornar muito maiores, à medida que se diversificaram e preencheram nichos ecológicos disponíveis. Esse fenômeno é bem documentado na América do Norte e verificamos que o mesmo ocorre em todo o mundo”, disse John Gittleman, da Universidade de Georgia, nos Estados Unidos, um dos autores do estudo.
O artigo The Evolution of Maximum Body Size of Terrestrial Mammals (10.1126/science.1194830), de Felisa Smith e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org/content/330/6008/1216.
Agência FAPESP – Nos primeiros 140 milhões de anos de sua história evolutiva, os mamíferos eram pequenos, não ultrapassando os 15 quilos, e ocupavam poucos nichos ecológicos. Tudo mudou após a extinção dos dinossauros, há cerca de 65 milhões de anos, quando os mamíferos explodiram tanto em diversidade como em tamanho.
Um novo estudo, publicado na revista Science, ajuda a tentar entender esse notável salto evolutivo. Felisa Smith, da Universidade do Novo México, e colegas reuniram dados de fósseis que indicam os tamanhos de mamíferos terrestres pertencentes a cada ordem taxonômica, em cada continente e durante a sua história evolutiva.
A análise dos dados colhidos indica que o tamanho geral dos mamíferos aumentou rapidamente e depois se estabilizou, após cerca de 25 milhões de anos. Segundo os autores da pesquisa, esse padrão foi comum para a maioria dos continentes, embora não tenha sido conclusivo para a América do Sul.
Os pesquisadores também experimentaram diferentes hipóteses para a evolução até o tamanho corporal máximo. Segundo eles, aparentemente essa tendência não foi um resultado aleatório ou inevitável do aumento na complexidade das espécies.
Os mamíferos também não atingiram eventuais limites biomecânicos, aponta o estudo. Em vez disso, o principal motor do crescimento teria sido a diversificação para o preenchimento de nichos ecológicos deixados vagos pelos dinossauros.
Ou seja, sem os grandes répteis, entraram em cena os mamíferos gigantes, ocupando seu espaço. Para os autores da pesquisa, os limites dos corpos devem ter sido ditados pelas condições climáticas e pela área disponível para sua ocupação.
“Durante o Mezosoico, os mamíferos eram pequenos. Mas, uma vez extintos os dinossauros, os mamíferos evoluíram para se tornar muito maiores, à medida que se diversificaram e preencheram nichos ecológicos disponíveis. Esse fenômeno é bem documentado na América do Norte e verificamos que o mesmo ocorre em todo o mundo”, disse John Gittleman, da Universidade de Georgia, nos Estados Unidos, um dos autores do estudo.
O artigo The Evolution of Maximum Body Size of Terrestrial Mammals (10.1126/science.1194830), de Felisa Smith e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org/content/330/6008/1216.
domingo, 14 de novembro de 2010
Unip leva saúde ao parque

Quem esteve neste sábado em Olhos D´Água contou com vários serviços
Cerca de quatro mil pessoas estiveram na sexta edição do Unip no Parque, na manhã deste sábado (13), no Parque Olhos D'Água – Asa Norte. O evento proporcionou às pessoas atividades voltadas para a prevenção e promoção da saúde nas áreas de educação física, fisioterapia, enfermagem, farmácia, odontologia, biomedicina, ciências biológicas e radiologia médica, a fim de orientar a comunidade acerca das ações de prevenção de doenças, promoção da saúde e qualidade de vida.
De acordo com o diretor do câmpus Unip-Brasilia, Pedro Paulo Moraes, é importante orientar a comunidade sobre assuntos voltados para a saúde, pois o tema está em foco na mídia e todos buscam ter uma vida saudável. “Nesse encontro, orientamos a comunidade para que saiba a forma adequada de alimentação e realização de exercícios físicos”.
O evento contou com a presença de 200 profissionais, entre direção, coordenação e formandos das diversas áreas de saúde. Além de estimular a comunidade a ter práticas que oferecem qualidade de vida, Unip no Parque também coloca em prática o que é aprendido na sala de aula pelos alunos. Hilário de Lima, formando de Enfermagem, conta que o interesse da população em assuntos direcionados para a saúde é grande. “Muita gente quer participar e saber o como está a sua saúde”, afirma o jovem.
A coordenadora do evento, Ana Lea Oliveira, considera que a comunidade teve acesso a diversos tipos de atendimento, inclusive os idosos, que foram a maioria da população. Contudo, o evento promoveu atividades para todas as áreas.
Assinar:
Postagens (Atom)
